domingo, 29 de janeiro de 2017

(FF XV) Capítulo 13 - Terror na capital imperial!


Por Brunoliveira

AVISO! É sempre bom avisar que o texto contém spoilers leves sobre a história!

Mais cenas de diálogo dentro do trem, essa viagem não acaba nunca, hehe... Paramos de novo e, após algumas cenas me vejo fugindo do trem, dirigindo o Regalia alucinadamente, na maior confusão de balas e explosões. Tenho que atravessar um portão no tempo determinado, tem um monte de obstáculos na pista, naves atacando e tudo o mais, mas me esforço para fazer o meu melhor e só bato uma vez, mas consigo voltar para a pista e atravessar o portão à tempo. Mesmo assim, no final do caminho o carro está todo destruído. Perder o Regalia é quase como se perdêssemos um dos meninos, triste demais, o carro fez parte da jornada inteira. Tudo fica mais triste ainda quando mostra uma cena do Noctis se lembrando da primeira vez que viu o carro.

Avanço mais um pouco e me encontro completamente desamparado, sem armas, sem os bros e sem animo, de repente o JRPG vira survival horror, no melhor estilo Resident Evil. Noctis finalmente decide usar o anel que Luna lhe entregou em Altíssia e com isso tenho algumas formas de me defender pelo menos, a magia Death e alguns outros ataques para repelir os demônios. Não tem muito o que falar da fase em si. É como se fosse um labirinto, temos que acionar dispositivos para liberar novos caminhos e é basicamente isso, os pontos de onde vc deve ir à seguir sempre ficam disponíveis no mapa. Só podemos salvar em algumas salas específicas onde tem camas e podemos descansar nelas também o que salva o jogo automaticamente e recupera o HP e computa XP.

Entro na torre onde supostamente está O MEU CRISTAL E O MEU PROMP, huh... Aqui o labirinto continua, recebo um cartão de acesso, que devo ir validando em terminais específicos para ganhar acesso à níveis mais altos e liberar o que? Mais portas! O pior de tudo é a pressão psicológica que o Adryn faz, os comentários são maldosos, feitos para entrar na cabeça de Noct e também do jogador, sinistro, cena de filme de terror. Chego no elevador central, que dá acesso a sala onde está o cristal, mas preciso pegar uma chave de acesso para restaurar a energia do elevador, entro numa sala que tem um gigante de ferro. Oh, really?! Tento passar sem ser notado, mas não tem jeito, acabo entrando na luta com o grandão, sem armas a luta é looonga, mas dá tudo certo e no fim, me mato para derrubar o gigante, só para aparecer outro, percebo que o esforço é inútil e sigo atrás do tal cartão, encontro em uma das plataformas da área e volto, me esquivando do gigante. Ativo o painel só para acontecer uma cena, e eu despencar de lá de cima.

Encontro com Ravus, ou pelo menos o que sobrou dele e recupero a última das armas reais da história: A Espada do Pai, agora pelo menos posso atacar melhor. Preciso refazer meu caminho até lá em cima, dou a volta na torre do elevador e ativo mais dispositivos e quando chego no elevador um demônio mais forte aparece, uma espécie de gárgula/inseto gigante. Ele é bem forte e quando estou perto de zerar o hp dele, ele foge por baixo da tela e retorna de HP cheio, sorte que o elevador logo chega e posso subir novamente, evitando assim a luta com o monstro. Quando chego no topo novamente, Ardyn faz com que o prédio fique sem energia, tenho que ativar a energia manualmente em dois pontos e começo a explorar uma nova área do laboratório enquanto sou seguido por outro daquele demônio que acabei de enfrentar antes de subir o elevador e descubro algumas coisas horríveis sobre os experimentos que faziam ali, de onde vêm as tropas Magitek e entendo o por quê de a cidade estar completamente abandonada. Entro em uma sala com três painéis, cada um libera algumas das portas das salas adjacentes, no inicio só tenho o cartão do painel A, mas consigo o dos painèis B e C nas salas adjacentes, é interessante explorar todas as salas e ler todos os arquivos para entender melhor o background da história.

Enfrentar os demônios sozinho é aterrorizante
Chego em uma sala enorme, com várias portinhas nas laterais, uma espécie de colméia e um grande gerador vermelho no topo, ao centro, ativo o dispositivo no final e a plataforma se transforma numa espécie de elevador e sobe até o nível mais alto enquanto tropas magiteks despencam na plataforma para me atacar. Uma vez no topo, preciso validar o cartão novamente num terminal para ter acesso à porta trancada, chego na região das celas e finalmente me reúno com Gládio e Ignis. Avançamos mais algumas salas e encontramos Prompto, ufa, família reunida de novo!. Ignis sugere que talvez o gerador que eu vi no elevador da colméia seja o motivo dos poderes de Noctis estarem suprimidos. Sigo até lá, Prompto libera o acesso aos controles do gerador e explica como conseguiu esse acesso, destruímos o tal gerador e finalmente estamos completos, armas e translocações disponível de novo, uhull!!!

O resumo do capítulo é este: Corredores e mais corredores!
Agora só precisamos resolver mais uma coisa aqui: O CRISTAL! Utilizamos um dos caminhos disponíveis para chegar até a plataforma onde encontrei o gigante de ferro anteriormente, na chegada somos recepcionados por um boss, não vou dizer quem é pois é um spoiler grande sobre a história, mas posso dizer que foi uma das melhores boss battles do jogo até agora! O chefe é forte, rápido e tem muito HP, uso meu armiger e abuso de magias e das técnicas do Gládio e de Prompto para derrotá-lo. Após a luta, mais uma cena bem triste. Fico com dó do menino Noctis, uma paulada atrás da outra nesse finalzinho. MAS, infelizmente, não temos muito tempo para sofrer, uma horda infinita de demônios aparece, acho que nem se estivesse no level 99 poderia dar conta de todos eles. Ignis sugere que Noctis siga para o cristal enquanto eles seguram os inimigos, com muito receio, ele aceita, enquanto continua lidando com a pressão dos comentários ácidos de Ardyn. Ele programa as portas para se fecharem automaticamente e Noctis precisa correr contra o tempo para chegar no elevador. Chego! Ufa! Mais uma ceninha e estamos de cara pro cristal!

Ardyn aparece e explica um pouco da sua origem, e por mais vago que seja, um cenário dos acontecimentos até agora começa a se desenhar enfim na minha cabeça e fico muito feliz por estar errado na teoria que falei que tinha formulado alguns posts atrás! Noctis é absorvido pelo cristal e está de cara com, me desculpem pelo spoiler, mas esse eu tenho que dar: BAHAMUT, FUCK YEAH SQUENIX! Incrível, soberano, gigante e eu me sinto desolado de não podermos usar ele no game, nossa, o design dele como divindade ficou animal nesse jogo, um trabalho incrível (e mal aproveitado, cof, cof) da Squenix. Temos uma conversa clara sobre o futuro de Noctis, o passado de Eos e sobre tudo que ainda precisa acontecer para concluirmos essa jornada. Temos a opção de perguntar algumas coisas ao deus durante a conversa, pergunto tudo que posso para entender bem o que está acontecendo. Diante desse cenário, o menino Noctis fica ali, sozinho hibernando no cristal enquanto os amigos tentam inutilmente derrotar Ardyn, que foge e o capítulo finalmente termina!

Olha, me disseram que essa era longo e chato, mas não imaginei que seria tanto, fiquei praticamente a tarde inteira e o começo da noite de hoje (domingo) para finalizá-lo, mas esses acontecimentos do final, para mim, valeram toda a chatice, terror e dificuldade para jogar esse capítulo e bora lá, para o ato final! Agora acho que volto ao passado para pegar a última arma real opcional em Costlemark e depois vou terminar logo a história! Que emoção! Estou tenso para saber o que vem pela frente! Por sorte, não peguei nenhum spoiler sobre o final ainda, vai ser tudo na surpresa! Heheh...

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